O BDR da Agrenco voltou a ser negociado e virou pó

O juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo deferiu, em 27 de agosto deste ano, os pedidos da Agrenco do Brasil S/A, Agrenco Serviços de Armazenagem Ltda., Agrenco Administração de Bens S/A e Agrenco Bioenergia Indústria e Comércio de Óleos e Biodiesel Ltda. Em 60 dias, a partir da publicação no Diário Oficial do Estado de São Paulo, será apresentado o plano descrevendo as medidas a serem adotadas. A Integra Associados foi contratada para prestar os serviços de consultoria de gestão e auxiliar na negociação de valores com os credores e na elaboração do plano de recuperação judicial, que assim que for apresentado ficará à disposição nos sites da CVM e da Bovespa.

Após receber tais informações, os BDRs da Agrenco retornaram ao pregão. E a volta da Agrenco à negociação foi traumática para os seus 890 acionistas, pois a cotação recuou 72,72%, se situou em R$ 0,12, e com isso estabeleceu um recorde de desvalorização diária na Bovespa. Agora, os BDRs da companhia estão com desvalorização de 95,07% desde que começaram a ser movimentados na bolsa. Apesar disso, a companhia ainda tem um valor de mercado de R$ 18,49 milhões.